Amizade

É muito complicado perder um amigo. A distância e a saudade dóem demais na alma e o vídeo que posto hoje fala exatamente sobre uma amizade que é duradoura mesmo com a distância.

Não importa o que aconteça, a verdadeira amizade sempre vai existir. 

Abraço!



Escrito por Thiago Ibrahim às 17h42
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"Acesso à conexão de banda larga
de 1Mbps vira direito na Finlândia"

Confesso: fiquei feliz e me assustei ao mesmo tempo quando li essa notícia no IDG Now.

Feliz por que?
Primeiro: oportunidades. Para quem trabalha no setor de tecnologia, uma notícia como essa é vista de forma muito positiva, pois aquece o mercado e faz com que as telecons invistam mais nessa que está cada vez mais a vedete do mercado. Segundo: educação. Quanto mais acesso à informação, mais educada estará a população. Toda tecnologia usada para o bem é proveitosa.

Me assustei por que?
Apenas por isto: medo do avanço. Mesmo trabalhando no setor de tecnologia e sabendo a velocidade com que tudo muda, me espanto com a rapidez no desenvolvimento de novas tecnologias, como por exemplo o acesso por alta banda à internet. Quem me prova que tudo isso, essa estrutura que está sendo montada, um dia não possa ser usada por um cara com o pretexto de segurança para vigiar a vida de todos nós? Sei que a internet é um campo livre, mas não custa muito a um governo ou grupo empresarial dominá-la.

Sei lá. É esperar para ver... Ou não!

Abraço!



Escrito por Thiago Ibrahim às 19h47
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Inusitado & Inesperado

Aconteceu num jogo da 2ª divisão do campeonato português (não é trocadilho nem piada, eu juro!).

Um daqueles lances que você espera para poder finalmente ir ao banheiro, pois julga não ter importância; uma reposição de bola atrasada pela zaga para o goleiro. E então, o Inusitado & Inesperado aconteceu! Acompanhem abaixo:

Abraço!



Escrito por Thiago Ibrahim às 19h18
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A Geografia

Lembro-me dos tempos de primário e de que havia matérias que eu gostava mais do que outras. A Geografia é uma das que muito me identificava. Sempre gostei de mapas, de estatísticas e pesquisas. Confesso, tenho uma boa memória fotográfica e facilidade com isso, tanto que na infância costumava brincar de descobrir países e capitais.

Bem, por que estou dizendo isso? Um pouco de nostaugia, mas também estarrecimento com o vídeo que assisti no Youtube e que posto aqui pra vocês.

Um repórter sai às ruas com um Mapa-Mundi alterado e quer saber se as pessoas tem conhecimento de onde fica cada país e continente. É engraçado no início, mas saí do sério no meio do vídeo.

 

Veja:

 



Escrito por Thiago Ibrahim às 23h40
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Crianças e o Racismo

 

Veja como a mídia influencia a nossa cabeça e de nossas crianças. A ditadura da beleza é imposta e somos ensinados desde pequenos sobre os valores associados às cores, o que acaba influenciando na questão racial. Devemos rever nossos conceitos e avaliar o que está estamos ensinando aos nossos filhos.

 

 

Abraço!



Escrito por Thiago Ibrahim às 23h17
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Geração Y - Novos profissionais e o mercado de trabalho

Vasculhando o youtube, encontrei uma entrevista muito interessante sobre o assunto conflito de gerações. Vale a pena postar aqui pra que todos nós reflitamos até que ponto as empresas e o mercado têm se adequado ao novo profissional, esse pertencente a chamada "Geração Y". Assista.

Parte 1

 

Parte 2

 

Parte 3

 

Abraço!



Escrito por Thiago Ibrahim às 22h27
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Novos profissionais

Novos profissionais

As empresas se adaptam para acolher as diferenças que vêm junto com as novas gerações de profissionais

 

Estudante de marketing e estagiário da Shell, Marco Doti, de 21 anos, se acha amigo do chefe e não adapta seu discurso para se dirigir aos superiores. “Às vezes falo com meu chefe como falo com meus amigos. Não sei se ele gosta muito, mas, se estou lá até hoje [ele está na Shell há um ano], acredito que ele admire algumas qualidades em mim”, diz. Marco ganhou moral na empresa ao conseguir de graça uma remessa de material que custaria 20 000 reais. “Todos diziam que eu não conseguiria. Mas agendei a reunião e intimei meu chefe a ir comigo. 

Não sei por que as pessoas têm medo de ser verdadeiras com os chefes.” A história traduz uma situação que acontece hoje nas empresas. Enquanto os líderes — boa parte da Geração X (veja o quadro) e baby boomers — esperam uma atitude de certa reverência dos subordinados, quem está abaixo nem sempre associa cargo a autoridade. Uma pesquisa feita pela Companhia de Talentos, consultoria de São Paulo especializada em programas de trainees, mostrou que 29% dos jovens esperam que seu gestor seja um profi ssional em que as pessoas se espelhem. 

“Eles vêm autoridade em quem respeitam profi ssionalmente”, diz o consultor Rolando Pellicia, do Hay Group, de gestão de pessoas, em São Paulo. Uma das características da turma que está chegando às empresas é que leva para o trabalho o comportamento a que está acostumada na casa dos pais e nem sempre tem a dimensão das consequências de seus erros. “Como estão acostumadas ao videogame, essas pessoas tendem a ver seus erros como algo que podem reverter facilmente”, diz o professor Moisés Balassiano, da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro. Assim, o relacionamento com os chefes acaba sendo parecido. “O medo que sentíamos dos nossos chefes tinha a ver com o medo de perder o emprego”, diz Rolando. Como esses jovens não fazem questão de fazer carreira em uma grande empresa, esse medo sumiu. Mas o fato é que as empresas precisam desses jovens. 

Ao mesmo tempo eles são rápidos e inovadores. “Não podemos abrir mão deles, mas temos que orientar para que se adaptem ao ambiente”, diz Arlete Soares, gerente de recursos humanos da indústria de alimentos Wickbold, de São Paulo. Por isso as empresas estão criando programas para lidar com os confl itos de gerações. “Os gestores mais velhos acham que eles não têm humildade, e isso difi culta o diálogo”, diz Sofi a Esteves, diretora da Companhia de Talentos. Muitas empresas estão treinando seus gestores para isso, como é o caso da Nextel e da Serasa Experian, ambas de São Paulo. 

A IBM, mais uma da lista de empresas que está implantando mudanças, criou um serviço para atender à ansiedade dos pais dos jovens que fazem parte de seu quadro. Sim, os pais. Como moram ainda na casa onde cresceram, esses jovens carregam para a empresa algumas características do relacionamento familiar. “Um dos candidatos ao estágio trouxe a mãe junto no dia da seleção”, diz Américo Figueiredo, diretor de RH da empresa de telefonia Nextel. Em dez anos, a parcela de profi ssionais com menos de 30 anos na empresa subiu de 31% para 67%. 

Esses jovens cresceram conectados às redes sociais, lugares democráticos, onde resposta rápida é questão de sobrevivência. Como acontece na internet, eles querem rapidez também nas movimentações e levam isso para a carreira, mas acabam passando uma imagem de arrogância e impaciência. “E, se a coisa não sai como querem, pedem demissão”, diz Elcio Trajano Jr., gerente executivo de recursos humanos da Serasa Experian, empresa de crédito. A companhia criou um programa com 15 profi ssionais para dar aconselhamento aos gestores e está colocando seus jovens para liderar projetos.

CONECTADOS 

No momento da liderança essa impaciência também aparece. “Eles não são muito bons no feedback porque não têm paciência para conversas longas. Falam na mesma linguagem do MSN”, diz Rolando. Aliás, o acesso a essas formas de comunicação onli ne, como os programas de mensagens instantâneas, é algo que as empresas também vêm mudando. 

A IBM, que tem 40% de seus funcionários com até 29 anos, muitos em cargos de média chefi a, liberou o uso de sites como Twitter, Facebook e MSN. “Essa geração busca colaboração para o desenvolvimento de seu trabalho”, diz o diretor de RH da IBM, Osvaldo Nascimento, para quem o estilo da Geração Y traz vantagens para os negócios. Allyson Faria, de 26 anos, líder de operações no setor fi nanceiro da empresa, usa as mensagens instantâneas para se comunicar até mesmo com os executivos. 

Ele ajudou a dar uma contribuição importante quando um programa de Satisfação do Cliente foi implantando há um ano. “Apontei adaptações para que funcionasse localmente”, diz Allyson.

Entenda as gerações 
A consultora Luciana Guedes, da Trajeto RH, explica que o comportamento de cada geração depende do momento socioeconômico em que ela se desenvolve. 
Confira no quadro:

 VETERANOS
NASCIDOS ENTRE 1922 e 1945 
 Cresceram entre duas guerras e foram educados para a disciplina e o respeito às hierarquias. 
• No trabalho, valorizam o comprometimento e a lealdade. 
• Investem de forma conservadora. 
• Como funcionários, sabem aguardar para receber a recompensa pelo trabalho.
 

BABY BOOMERS 
NASCIDOS ENTRE 1945 e 1965 
 Viveram uma fase de engajamento contra ditaduras e poderes tiranos. 
• Workaholics, valorizam o status e o crescimento profi ssional. Formam alianças para atingir seus objetivos. 
• São responsáveis pelo estilo de vida que se tem hoje, baseado em conquistas materiais.
 

GERAÇÃO X 
NASCIDOS ENTRE 1965 e 1977 
• Céticos em relação à política, refl etem as frustrações da geração anterior. 
• Gostam de alguma informalidade no trabalho e buscam qualidade de vida e equilíbrio. 
• Carreira de 20 anos na mesma empresa não é com eles.
 

GERAÇÃO Y 
NASCIDOS DE 1977 EM DIANTE 
• Comprometidos em mudar o mundo na esfera ecológica, se engajam em trabalhos voluntários. 
• São informais e imediatistas. 
• Tecnologia e diversidade são naturais. Usam recursos online. 
• A falta de cerimônia com os pais leva à indiferença com a autoridade no trabalho.
  

 Fonte: www.vocesa.abril.com.br

 

 



Escrito por Thiago Ibrahim às 21h26
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10 tecnologias que seu filho nunca vai conhecer

*Essa é via blog GeekDad, da Wired, que publicou uma recente lista com 100 coisas que seu filho pode nunca conhecer.

Abaixo, um resumo com as que considerei as 10 mais apropriadas ao Brasil.


1 - Ouvir discos de vinil. Até os DJs estão usando laptops e CDs.

2 - Monitor de tela verde. Lembra-se disso? Talvez em um museu da computação.

3 – Encontrar informações em uma enciclopédia. O Google e a Wikipedia está logo ali. Por que folhear livros?

4 – Máquinas de escrever. Talvez algum jornalista ainda a preserve (como eu). Mas elas servem para que mesmo? Só para escrever?

5 – Máquinas fotográficas com filme. A pergunta óbvia: por que vocês colocavam essa fita aí dentro mesmo?

6 – Secretárias eletrônicas. Por que vocês não deixavam recado pelo Orkut, eles vão nos perguntar.

7 – Fitas VHS e o videocassete. Haverá um tempo que nem DVD ou Blu-Ray serão vistos. Tudo será baixado pela internet.

8 – Ouvir música em um walkman. Veja o que aconteceu quando um garoto de 13 anos ganhou um de presente.

9 – Assistir filmes 3D com óculos verde e vermelho. Hoje, uma sala com tecnologia iMax, em SP, já proporciona uma experiência tridimensional sem os antigos óculos. No futuro, você vai ver imagens reais da poltrona de sua casa.

10 – Joysticks. O seu corpo vai controlar o videogame. Você já ouvi falar do projeto Natal, da Microsoft?


Colabore com esta lista. Quais as tecnologias que vão desaparecer e que seu filho nunca vai ver?

Fonte: IDGNow

 



Escrito por Thiago Ibrahim às 13h44
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Cérebros - Homem e Mulher

 

As vezes me pergunto: por que nós homens somos tão diferentes das mulheres? Por que coisas que parecem tão fáceis de serem compreendidas por nós, homens, parecem ser tão difíceis para as mulheres? Por que para nós a cabeça de uma mulher é tão complicada? Por que, por que e por que?

Nesse vídeo, fica bastante nítido e explicado porque somos tão diferentes.

Muito bom, não acham?


Forte Abraço!



Escrito por Thiago Ibrahim às 22h44
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A Crucificação de Cristo,
a partir de um ponto de vista médico

de C. Truman Davis

Lendo o livro de Jim Bishop “O Dia Que Cristo Morreu”, eu percebi que durante vários anos eu tinha tornado a crucificação de Jesus mais ou menos sem valor, que havia crescido calos em meu coração sobre este horror, por tratar seus detalhes de forma tão familiar - e pela amizade distante que eu tinha com nosso Senhor. Eu finalmente havia percebido que, mesmo como médico, eu não entendia a verdadeira causa da morte de Jesus. Os escritores do evangelho não nos ajudam muito com este ponto, porque a crucificação era tão comum naquele tempo que, aparentemente, acharam que uma descrição detalhada seria desnecessária. Por isso só temos as palavras concisas dos evangelistas “Então, Pilatos, após mandar açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado.”

Eu não tenho nenhuma competência para discutir o infinito sofrimento psíquico e espiritual do Deus Encarnado que paga pelos pecados do homem caído. Mas parecia a mim que como um médico eu poderia procurar de forma mais detalhada os aspectos fisiológicos e anatômicos da paixão de nosso Senhor. O que foi que o corpo de Jesus de Nazaré de fato suportou durante essas horas de tortura?

Dados históricos

Isto me levou primeiro a um estudo da prática de crucificação, quer dizer, tortura e execução por fixação numa cruz. Eu estou endividado a muitos que estudaram este assunto no passado, e especialmente para um colega contemporâneo, Dr. Pierre Barbet, um cirurgião francês que fez uma pesquisa histórica e experimental exaustiva e escreveu extensivamente no assunto.

Aparentemente, a primeira prática conhecida de crucificação foi realizado pelos persas. Alexandre e seus generais trouxeram esta prática para o mundo mediterrâneo--para o Egito e para Cartago. Os romanos aparentemente aprenderam a prática dos cartagineses e (como quase tudo que os romanos fizeram) rapidamente desenvolveram nesta prática um grau muito alto de eficiência e habilidade. Vários autores romanos (Lívio, Cícero, Tácito) comentam a crucificação, e são descritas várias inovações, modificações, e variações na literatura antiga.

Por exemplo, a porção vertical da cruz (ou “stipes”) poderia ter o braço que cruzava (ou “patibulum”) fixado cerca de um metro debaixo de seu topo como nós geralmente pensamos na cruz latina. A forma mais comum usada no dia de nosso Senhor, porém, era a cruz “Tau”, formado como nossa letra “T”. Nesta cruz o patibulum era fixado ao topo do stipes. Há evidência arqueológica que foi neste tipo de cruz que Jesus foi crucificado. Sem qualquer prova histórica ou bíblica, pintores Medievais e da Renascença nos deram o retrato de Cristo levando a cruz inteira. Mas o poste vertical, ou stipes, geralmente era fixado permanentemente no chão no local de execução. O homem condenado foi forçado a levar o patibulum, pesando aproximadamente 50 quilos, da prisão para o lugar de execução.

Muitos dos pintores e a maioria dos escultores de crucificação, também mostram os cravos passados pelas palmas. Contos romanos históricos e trabalho experimental estabeleceram que os cravos foram colocados entre os ossos pequenos dos pulsos (radial e ulna) e não pelas palmas. Cravos colocados pelas palmas sairiam por entre os dedos se o corpo fosse forçado a se apoiar neles. O equívoco pode ter ocorrido por uma interpretação errada das palavras de Jesus para Tomé, “vê as minhas mãos”. Anatomistas, modernos e antigos, sempre consideraram o pulso como parte da mão.

Um titulus, ou pequena placa, declarando o crime da vítima normalmente era colocado num mastro, levado à frente da procissão da prisão, e depois pregado à cruz de forma que estendia sobre a cabeça. Este sinal com seu mastro pregado ao topo teria dado à cruz um pouco da forma característica da cruz latina.

O suor como gotas de sangue

O sofrimento físico de Jesus começou no Getsêmani. Em Lucas diz: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra." (Lc 22:44) Todos os truques têm sido usados por escolas modernas para explicarem esta fase, aparentemente seguindo a impressão que isto não podia acontecer. No entanto, consegue-se muito consultando a literatura médica. Apesar de muito raro, o fenômeno de suor de sangue é bem documentado. Sujeito a um stress emocional, finos capilares nas glândulas sudoríparas podem se romper, misturando assim o sangue com o suor. Este processo poderia causar fraqueza e choque. Atenção médica é necessária para prevenir hipotermia.

Após a prisão no meio da noite, Jesus foi levado ao Sinédrio e Caifás o sumo sacerdote, onde sofreu o primeiro traumatismo físico. Jesus foi esbofeteado na face por um soldado, por manter-se em silêncio ao ser interrogado por Caifás. Os soldados do palácio tamparam seus olhos e zombaram dele, pedindo para que identificasse quem o estava batendo, e esbofeteavam a Sua face.

A condenação

De manhã cedo, Jesus, surrado e com hematomas, desidratado, e exausto por não dormir, é levado ao Pretório da Fortaleza Antônia, o centro de governo do Procurador da Judéia, Pôncio Pilatos. Você deve já conhecer a tentativa de Pilatos de passar a responsabilidade para Herodes Antipas, tetrarca da Judéia. Aparentemente, Jesus não sofreu maus tratos nas mãos de Herodes e foi devolvido a Pilatos. Foi em resposta aos gritos da multidão que Pilatos ordenou que Bar-Abbas fosse solto e condenou Jesus ao açoite e à crucificação.

Há muita diferença de opinião entre autoridades sobre o fato incomum de Jesus ser açoitado como um prelúdio à crucificação. A maioria dos escritores romanos deste período não associam os dois. Muitos peritos acreditam que Pilatos originalmente mandou que Jesus fosse açoitado como o castigo completo dele. A pena de morte através de crucificação só viria em resposta à acusação da multidão de que o Procurador não estava defendendo César corretamente contra este pretendente que supostamente reivindicou ser o Rei dos judeus.

Os preparativos para as chicotadas foram realizados quando o prisioneiro era despido de suas roupas, e suas mãos amarradas a um poste, acima de sua cabeça. É duvidoso se os Romanos teriam seguido as leis judaicas quanto às chicotadas. Os judeus tinham uma lei antiga que proibia mais de 40 (quarenta) chicotadas.

O açoite

O soldado romano dá um passo a frente com o flagrum (açoite) em sua mão. Este é um chicote com várias tiras pesadas de couro com duas pequenas bolas de chumbo amarradas nas pontas de cada tira. O pesado chicote é batido com toda força contra os ombros, costas e pernas de Jesus. Primeiramente as pesadas tiras de couro cortam apenas a pele. Então, conforme as chicotadas continuam, elas cortam os tecidos debaixo da pele, rompendo os capilares e veias da pele, causando marcas de sangue, e finalmente, hemorragia arterial de vasos da musculatura.

As pequenas bolas de chumbo primeiramente produzem grandes, profundos hematomas, que se rompem com as subseqüentes chicotadas. Finalmente, a pele das costas está pendurada em tiras e toda a área está uma irreconhecível massa de tecido ensangüentado. Quando é determinado, pelo centurião responsável, que o prisioneiro está a beira da morte, então o espancamento é encerrado.

Então, Jesus, quase desmaiando é desamarrado, e lhe é permitido cair no pavimento de pedra, molhado com Seu próprio sangue. Os soldados romanos vêm uma grande piada neste Judeu, que se dizia ser o Rei. Eles atiram um manto sobre os seus ombros e colocam um pau em suas mãos, como um cetro. Eles ainda precisam de uma coroa para completar a cena. Um pequeno galho flexível, coberto de longos espinhos é enrolado em forma de uma coroa e pressionado sobre Sua cabeça. Novamente, há uma intensa hemorragia (o couro do crânio é uma das regiões mais irrigadas do nosso corpo).

Após zombarem dele, e baterem em sua face, tiram o pau de suas mãos e batem em sua cabeça, fazendo com que os espinhos se aprofundem em sua cabeça. Finalmente, cansado de seu sádico esporte, o manto é retirado de suas costas. O manto, por sua vez, já havia aderido ao sangue e grudado nas feridas. Como em uma descuidada remoção de uma atadura cirúrgica, sua retirada causa dor toturante. As feridas começam a sangrar como se ele estivesse apanhando outra vez.

A cruz

Em respeito ao costume dos judeus, os romanos devolvem a roupa de Jesus. A pesada barra horizontal da cruz á amarrada sobre seus ombros, e a procissão do Cristo condenado, dois ladrões e o destacamento dos soldados romanos para a execução, encabeçado por um centurião, começa a vagarosa jornada até o Gólgota. Apesar do esforço de andar ereto, o peso da madeira somado ao choque produzido pela grande perda de sangue, é demais para ele. Ele tropeça e cai. As lascas da madeira áspera rasgam a pele dilacerada e os músculos de seus ombros. Ele tenta se levantar, mas os músculos humanos já chegaram ao seu limite.

O centurião, ansioso para realizar a crucificação, escolhe um observador norte-africano, Simão, um Cirineu, para carregar a cruz. Jesus segue ainda sangrando, com o suor frio de choque. A jornada de mais de 800 metros da fortaleza Antônia até Gólgota é então completada. O prisioneiro é despido - exceto por um pedaço de pano que era permitido aos judeus.

A crucificação

A crucificação começa: Jesus é oferecido vinho com mirra, um leve analgésico. Jesus se recusa a beber. Simão é ordenado a colocar a barra no chão e Jesus é rapidamente jogado de costas, com seus ombros contra a madeira. O legionário procura a depressão entre os osso de seu pulso. Ele bate um pesado cravo de ferro quadrado que traspassa o pulso de Jesus, entrando na madeira. Rapidamente ele se move para o outro lado e repete a mesma ação, tomando o cuidado de não esticar os ombros demais, para possibilitar alguma flexão e movimento. A barra da cruz é então levantada e colocado em cima do poste, e sobre o topo é pregada a inscrição onde se lê: "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus".

O pé esquerdo agora é empurrado para trás contra o pé direito, e com ambos os pés estendidos, dedos dos pés para baixo, um cravo é batido atraves deles, deixando os joelhos dobrados moderadamente. A vítima agora é crucificada. Enquanto ele cai para baixo aos poucos, com mais peso nos cravos nos pulsos a dor insuportável corre pelos dedos e para cima dos braços para explodir no cérebro – os cravos nos pulsos estão pondo pressão nos nervos medianos. Quando ele se empurra para cima para evitar este tormento de alongamento, ele coloca seu peso inteiro no cravo que passa pelos pés. Novamente há a agonia queimando do cravo que rasga pelos nervos entre os ossos dos pés.

Neste ponto, outro fenômeno ocorre. Enquanto os braços se cansam, grandes ondas de cãibras percorrem seus músculos, causando intensa dor. Com estas cãibras, vem a dificuldade de empurrar-se para cima. Pendurado por seus braços, os músculos peitorais ficam paralisados, e o músculos intercostais incapazes de agir. O ar pode ser aspirado pelos pulmões, mas não pode ser expirado. Jesus luta para se levantar a fim de fazer uma respiração. Finalmente, dióxido de carbono é acumulado nos pulmões e no sangue, e as cãibras diminuem. Esporadicamente, ele é capaz de se levantar e expirar e inspirar o oxigênio vital. Sem dúvida, foi durante este período que Jesus consegui falar as sete frases registradas:

Jesus olhando para os soldados romanos, lançando sorte sobre suas vestes disse: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. " (Lucas 23:34)

Ao ladrão arrependido, Jesus disse: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." (Lucas 23:43)

Olhando para baixo para Maria, sua mãe, Jesus disse: “Mulher, eis aí teu filho.” E ao atemorizado e quebrantado adolescente João, “Eis aí tua mãe.” (João 19:26-27)

O próximo clamor veio do início do Salmo 22, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”

Ele passa horas de dor sem limite, ciclos de contorção, câimbras nas juntas, asfixia intermitente e parcial, intensa dor por causa das lascas enfiadas nos tecidos de suas costas dilaceradas, conforme ele se levanta contra o poste da cruz. Então outra dor agonizante começa. Uma profunda dor no peito, enquanto seu pericárdio se enche de um líquido que comprime o coração.

Lembramos o Salmo 22 versículo 14 “Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.”

Agora está quase acabado - a perda de líquidos dos tecidos atinge um nível crítico - o coração comprimido se esforça para bombear o sangue grosso e pesado aos tecidos - os pulmões torturados tentam tomar pequenos golpes de ar. Os tecidos, marcados pela desidratação, mandam seus estímulos para o cérebro.

Jesus clama “Tenho sede!” (João 19:28)

Lembramos outro versículo do profético Salmo 22 “Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte.”

Uma esponja molhada em “posca”, o vinho azedo que era a bebida dos soldados romanos, é levantada aos seus lábios. Ele, aparentemente, não toma este líquido. O corpo de Jesus chega ao extremo, e ele pode sentir o calafrio da morte passando sobre seu corpo. Este acontecimento traz as suas próximas palavras - provavelmente, um pouco mais que um torturado suspiro “Está consumado!”. (João 19:30)

Sua missão de sacrifício está concluída. Finalmente, ele pode permitir o seu corpo morrer.

Com um último esforço, ele mais uma vez pressiona o seu peso sobre os pés contra o cravo, estica as suas pernas, respira fundo e grita seu último clamor: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lucas 23:46).

O resto você sabe. Para não profanar a Páscoa, os judeus pediam para que o réus fossem despachados e removidos das cruzes. O método comum de terminar uma crucificação era por crucificatura, quebrando os ossos das pernas. Isto impedia que a vítima se levantasse, e assim eles não podiam aliviar a tensão dos músculos do peito e logo sufocaram. As pernas dos dois ladrões foram quebradas, mas, quando os soldados chegaram a Jesus viram que não era necessário.

Conclusão

Aparentemente, para ter certeza da morte, um soldado traspassou sua lança entre o quinto espaço das costelas, enfiado para cima em direção ao pericárdio, até o coração. O verso 34 do capítulo 19 do evangelho de João diz: "E imediatamente verteu sangue e água." Isto era saída de fluido do saco que recobre o coração, e o sangue do interior do coração. Nós, portanto, concluímos que nosso Senhor morreu, não de asfixia, mas de um enfarte de coração, causado por choque e constrição do coração por fluidos no pericárdio.

Assim nós tivemos nosso olhar rápido – inclusive a evidência médica – daquele epítome de maldade que o homem exibiu para com o Homem e para com Deus. Foi uma visão terrível, e mais que suficiente para nos deixar desesperados e deprimidos. Como podemos ser gratos que nós temos o grande capítulo subseqüente da clemência infinita de Deus para com o homem – o milagre da expiação e a expectativa da manhã triunfante da Páscoa.

© Copyright C. Truman Davis

C. Truman Davis é um Oftalmologista nacionalmente respeitado, vice-presidente da Associação Americana de Oftalmologia, e uma figura ativa no movimento de escolas Cristãs. Ele é o fundador e presidente do excelente Trinity Christian School em Mesa, Arizona, e um docente do Grove City College.

Fonte: www.hermeneutica.com.br



Escrito por Thiago Ibrahim às 22h57
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Boechat na Band News

Este é um depoimento de um fã incondicional de rádio e jornalismo. Falando em rádio e em jornalismo, lembro-me de duas rádios que são especializadas em notícias: CBN e Band News. Em novembro deste ano, a CBN cometeu um de seus maiores erros: demitiu o jornalista Sidney Rezende, um dos fundadores da maior "All News" do Brasil. Surgiu na internet um movimento tentando explicar o fato. Há duas vertentes: de um lado a direção da CBN alegando oxigenação da programação e outros alegando que o Sidney tenha sido demitido por conta das eleições, pois Sidney havia manifestado sua opinião no microfone da CBN.

No meio dessa discussão toda, eu como ouvinte, buscando alternativas, descobri um âncora lúcido, sem medo de falar o que pensa e muito bem-humorado; um jornalismo diferente, despojado e com muita prestação de serviço.

Estou falando de Ricardo Eugênio Boechat, que, ao lado de Rodolfo Schneider, comanda o Jornal Band News Rio - 1ª Edição.

Há cerca de um mês passei a acompanhar diariamente esse estilo despojado de fazer jornalismo e estou muito satisfeito.

Aconselho a vocês que me lêem que façam o mesmo.

Sintonizem 94,9 FM - Band News Fluminense FM

Forte abraço!

Thiago Ibrahim



Escrito por Thiago Ibrahim às 20h50
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Simplicidade, Sofisticação e Música

 
Há uma música no "Acústico Roupa Nova" na qual o Ed Motta faz participação especial: "Bem Simples". Nessa música, ele é descrito, ao ser apresentado, com um sonoro "Simplicidade, Sofisticação e Música". A prova irrefutável disso é o "Chapter 9". Novo álbum maravilhoso, tocante, intimista, progressivo, majestoso, sofisticado e ao mesmo tempo simples. Simples, mas com uma riquesa de detalhes, que só um gourmet poderia adicionar à essa mistura. Assim descrevo o mais novo trabalho do maior cantor desse país.

Nessa produção Ed Motta não, apenas produz e canta, como também toca todos os instrumentos em todas as faixas. Mais uma prova de sua genialidade e capacidade.

Ouvir as músicas do "Chapter 9" é viajar no tempo, desvairar ao som de boa música, classe e elegância.

Um artista que não tem medo de fazer o que gosta, merece todo o respeito e admiração. Pena que isso seja feito em sua maioria "lá fora", pois os brasileiros, que tanto defendem a "cultura nacional" apreciam lixos e mais lixos.

Fico feliz por fazer parte de uma minoria que sabe e curte a verdadeira música.

Parabéns, Ed, por fazer sempre bem aos nossos ouvidos.

Forte abraço!



Escrito por Thiago Ibrahim às 22h22
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Tristeza e vergonha

Triste e vergonhosa a derrota do Flamengo para o América do México em pleno Maracanã. Após o jogo terminar, fiquei em frente a TV parado segurando o controle remoto, não acreditando no que havia acabado de acontecer.

Ainda não consegui entender aquela derrota.

Pensando sobre todos os fatos que ocorreram antes do jogo e lembrando da atitude dos jogadores dentro de campo, pude entender um pouco o que houve. Ocorreu apenas um catisgo que sempre acontece com os soberbos e exaltados: eles são humilhados. E foi exatamente o que aconteceu com o Flamengo.

O pior foi ter que aguentar toda a zoação do dia seguinte no trabalho, com emails e piadinhas. Mas na vida é assim mesmo: um dia é da caça, outro do caçador.

Agora, Mengão, muito luta e garra no Brasileirão para lutarmos para ano que vem estar novamente na Libertadores.

Forte abraço!



Escrito por Thiago Ibrahim às 01h13
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Mar Preto e vermelho

Não poderia deixar de falar desse assunto no dia de hoje aqui no blog.

Na rua, hoje, o que mais vi foram camisas e mais camisas do Flamengo. Camisas de todos os tipos: brancas, pretas, tradicionais, originais, genéricas, todos os números...

Foi bonito atravessar uma avenida e ver aquele mar de camisas vindo de encontro. Foi até engraçado.

Eu estava com meu amigo Bruno, botafoguense, chorão que confirmou que todos os flamenguistas resolveram sair juntos vestidos com as cores da Nação.

Enfim, foi uma segunda de ressaca para a maior torcida do mundo, com direito a zoação ao arco-íris que nada pôde dizer para contestar nosso título. Que venham as quartas de final da Libertadores.

Forte abraço!



Escrito por Thiago Ibrahim às 22h44
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Simplesmente Emocionante

Senhores, tenho apenas um adjetivo para a vitória do Mengão no dia de hoje sobre o Botafogo: Emocionante.

Fiquei roendo as unhas durante todo o 1º tempo do jogo e confesso ainda não digeri o Bruno ter levado aquele gol. Mas tudo bem, ele tem crédito e se recuperou depois. Após o gol do Botafogo fiquei torcendo timidamente e assistindo a um Flamengo que estava torcendo para o 1º tempo terminar logo.

Assim foi, o 1º tempo terminou com uma visível vantagem do Botafogo, ganhando todas as disputas no meio-campo e sempre levando perigo ao gol do Bruno.

No intervalo, tenho certeza, o Joel mexeu com o brio dos jogadores do Flamengo que voltou de forma diferente não só por conta das substituições, mas com um espírito de luta, muito maior do que o que apresentou primeiro tempo. Joel, que tem muita estrela, colocou Obina no lugar de Ibson e Diego Tardelli no lugar de Cristian.

Não deu outra, logo se viu a superioridade do Flamengo que descongestionou o meio e partiu a atuar pelas pontas. Tanto que aos 3 minutos, consegue o empate através de cabeçada de Obina após falta cobrada da ponta direita por Juan. A partir daí o Flamengo foi só ataque.

Para a alegria da Nação Rubro-Negra, aos 20 minutos, Renato Silva foi expulso após parar contra-ataque do Flamengo, fazendo falta em Juan. Como já tinha cartão amarelo, foi mais cedo para o chuveiro, não sem antes receber dura repreensão de Cuca. Botafogo que já tinha acusado o golpe, ficou mais vulnerável após a expulsão, dando espaços e proporcionando bons ataques ao Flamengo principalmente pela esquerda.

E foi num desses ataques que nasceu o segundo gol Flamengo. Juan recebeu passe pela esquerda, driblou Leandro Guerreiro e da linha de fundo, já dentro da área, cruzou na medida para Diego Tardelli que pegou de perna esquerda e colocou no canto direito do goleiro Renan. Delírio da massa Rubro-Negra no Maraca. Explosão de alegria. Daí em diante, precisava o Botafogo, fazer dois para levar a decisão para as penalidades.

Com visível superioridade no campo o Flamengo já administrava o resultado quando Ronaldo Angelin rouba uma bola e entrega na intermediária defensiva do Flamengo pelo lado esquerdo para Diego Tardelli, que mata a bola, põe no chão, dá um corte em Alessandro e parte em profundidade. Ele olhou para a área e viu Obina (como um bólido, na definição de Luis Roberto, narrador da TV Globo) entrar em velocidade e lhe serve em passe açucarado. A Obina restou apenas empurrar para o fundo das redes. O Maracanã estremeceu. A maior torcida do mundo foi a loucura com o golpe de misericórdia aplicado aos 46 minutos do segundo tempo.

Daí em diante foi só gritar "É CAMPEÃO"! E esperar por amanhã, dia de zoar o arco-íris.

Forte abraço e saudações Rubro-Negras!



Escrito por Thiago Ibrahim às 18h40
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